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Nada somos e nada conseguiremos, senão através Dele.

"Quando a última árvore tiver caído, quando a último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, a humanidade entenderá que dinheiro não se come". (Autor desconhecido)

Antes de imprimir veja se realmente é necessário. Pense em seu compromisso com o Meio Ambiente.

"O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã."

" Só entendi o valor do silêncio no dia que resolvi calar para não magoar alguém."

"Nada somos e nada conseguiremos, senão através Dele". (pense nisso)

Dedico Este Blog:

À Luz Divina que tudo abençoa, fortifica e transmuta.

A moral da história é simples: se acreditarmos em nós próprios e nas nossas capacidades, conseguiremos sempre atingir os nossos objectivos.


Kung Fu Panda

O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.

Martin Luther King

Frases, pensamentos e citações no
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A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais.

Aristóteles

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26 de dezembro de 2011

VERGONHA NA CARA


A Justiça Brasileira!!!

Isso foi exibido em todos os telejornais noturnos na quinta feira.
Paulo, 28 anos, casado com Sônia, grávida de 04 meses, desempregado há dois meses, sem ter o que comer em casa foi ao rio Piratuaba-SP a 5km de sua casa pescar para ter uma "misturinha" com o arroz e feijão, pegou 900gr de lambari, e sem saber que era proibido a pesca, foi detido por dois dias, levou umas porradas.

Um amigo pagou a fiança de R$ 280,00 para liberá-lo e terá que pagar ainda uma multa ao IBAMA de R$ 724,00. A sua mulher Sônia grávida de 04 meses, sem saber o que aconteceu com o marido que supostamente sumiu, ficou nervosa e passou mal, foi para o hospital e teve aborto espontâneo. Ao sair da detenção, Ailton recebe a noticia de que sua esposa estava no hospital e perdeu seu filho, pelos míseros peixes que ficaram apodrecendo no lixo da delegacia.

Quem poderá devolver o filho de Sônia e Paulo?

Henri Philippe Reichstul, de origem estrangeira, Presidente da PETROBRAS.
Responsável pelo derramamento de 1 milhão e 300 mil litros de óleo na Baía da Guanabara. Matando milhares de peixes e pássaros marinhos. Responsável, também, pelo derramamento de cerca de 4 milhões de litros de óleo no Rio Iguaçu, destruindo a flora e fauna e comprometendo o abastecimento de água em várias cidades da região. Crime contra a natureza, inafiançável.

Este camarada encontra-se em liberdade e pode ser visto jantando nos melhores restaurantes do Rio e de Brasília.

Esta é uma campanha em favor da VERGONHA NA CARA.
Eu já divulguei, e você? Faça sua parte, não demora nada.
Nada mesmo.

11 de julho de 2011

veneno da lisonja



AFASTE de si o veneno da lisonja. Não creia naqueles que o elogiam sem motivo. Prefira ouvir uma crítica honesta, a um galanteio vazio. A crítica aos nossos atos poderá trazer-nos o alerta de que necessitamos para corrigir-nos. O elogio fácil nos amolece e ilude. E nada existe de mais frágil que uma criatura iludida a seu próprio respeito.

4 de junho de 2011

OS BOMBEIROS SÃO HEROÍS



O QUE O GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO CHAMA DE VANDALOS EU CHAMO DE HEROÍS, NÃO SÓ POR SUA LUTA DIÁRIA SALVAVNDO VIDAS, MAIS SIM,"COMO É QUE SE PODE SOBREVIVER COM UM SALÁRIO DE 950,00 E ARRISCAR A VIDA TODO DIA".

OBS:A INSTITUIÇÃO MAIS REISPEITADA DO MUNDO!!!
INVERÇÃO DE VALORES


"Na adversidade a maior consolação é a consciência das boas ações."

cicero

27 de maio de 2011

Simplicidade e Orgulho

Helena Meirelles



O falecimento de Helena Meirelles em 2005 é uma perda significativa para a música sul-mato-grossense e mesmo brasileira. A afirmação enfatizando que a instrumentista era dona de um talento musical singular se tornou lugar comum na mídia. O que importa, aqui, é destacar o significado do sucesso alcançado pela artista.

Depois de receber muitas negativas de empresários e gravadoras brasileiras, o talento de Dona Helena foi reconhecida por uma destacada revista estadunidense, a Guitar Player, especializada em música e que a escolheu como uma das cem melhores instrumentistas do mundo, ao lado de artistas como B. B. King, por exemplo. Isso foi lá pelo início da década de 1990.

A partir daí, a violeira já com quase 70 anos de idade foi nacionalizada, até conquistar o título de “dama da viola”. Gravou, fez muitas apresentações, concedeu entrevistas, enfim transformou-se numa celebridade cabocla.

No primeiro CD gravado a artista discorreu um pouco sobre sua história na fazenda, a aproximação com a música e sua exótica vida. Vida pouco convencional para uma mulher do campo, mas paradoxalmente semelhante à vida das mulheres pobres no Brasil. Helena Meirelles foi apaixonada pela vida no campo, paixão que parecia menor quando comprada àquela nutrida pela música e pela decisão de ser dona de sua prória história. Entre o primeiro marido e a viola, decidiu-se pela segunda, entre a submissão e a reclusão ao ambiente doméstico optou pela festa (sacra ou profana), pelos bailes, pela boemia e pela poesia. Se aplicarmos à vida da Dama um julgamento moral, possivelmente concluiremos que ela não foi uma mulher exemplar, uma mãe inquestionável; afinal não se enquadrou na categoria “lides do lar”. Que bom!

Salvo engano, Helena Meirelles tinha pouco apreço pela música sertaneja. Explico: o sertanejo é diferente da música caipira. A diferença pode ser verificada na melodia, nas letras, nos instrumentos, mas, sobretudo nas referencias que alimentam esse gênero. Pessoalmente acho que o sertanejo é raquítico no que se refere a qualidade e à criatividade; trata-se de um improviso sofrível do country estadunidense, é música de consumo rápido, não foi feita para permanecer, portanto dispensa sofisticação.

Voltando à história de vida da dama da viola que, aliás, do alto de seu banquinho quando se apresentava proporcionava uma referência indireta ao genial e mal-humorado João Gilberto provocava emoções da platéia. A música caipira executada por Helena Meirelles é uma parte expressiva da cultura mato-grossense e daquela porção paraguaia que por aqui chegou. Trata-se de canções bastante conhecidas nos bailes de fazenda, que também ganharam os salões e depois os palcos; é a música muitas vezes designada como ‘limpa-banco” por que mobilizava para a dança quase todos os presentes em uma festa. A própria artista faz menção à esses momentos em uma de suas gravações, indicando a profundidade das raízes da música caipira na cultura brasileira. Polcas, chamamés, guaranias, entre outros “estilos” ganharam lugar de destaque no ambiente musical dos bailes de fazendas e, hoje em alguns programas dedicados à “música de raiz”. O programa “Viola, minha viola”, apresentado pela não menos conhecida artista Inezita Barroso é um exemplo dos parcos espaços dedicados a música do campo.

Helena tocou, bailou, amou, procriou, rezou, benzeu, bebeu, brigou, jamais abriu mão de sua história. Lamento, como outros, que seu reconhecimento só tenha ocorrido há pouco mais de uma década. Aqui há outra questão: a indústria cultural. É preciso saber que a habilidade, o talento da violeira existia independente da “descoberta” das gravadoras. O que veio com as gravações e espetáculos foi a apropriação, a exploração de uma artista que foi forjada na vida. O sucesso implicou no conhecimento do talento de Helena Meirelles que passou a freqüentar o campo da mercadoria. E como se isso fosse pouco, esse talento transformado em valor de mercado só ocorreu porque uma publicação estrangeira conheceu e reconheceu a qualidade musical da Dama. Tal fato mostra que há muitos problemas na crítica musical brasileira e sobretudo na decisão a respeito de quem grava algo ou não. Também revela que ainda sobrevive um provincianismo latente em alguns circuitos culturais que só consideram alguns talentos depois que alguém ou alguma publicação não-brasileira escreve sobre esse talento. A história de Helena Meirelles é mais um desses exemplos da incompetência ou desinteresse de alguns mercadores das artes pela cultura brasileira, especialmente em relação aos seus representantes pouco conhecidos.

Conforme a violeira disse em um de seus sarcátiscos e bem-humorados comentários proferidos entre uma música e outra: “quando eu morrê, eu vou fazê farta nesse mundo!” Estava certa, seguramente fará falta, até mesmo para aqueles que fecharam as portas para ela, para depois ganharem muito dinheiro com sua aptidão. E ainda no território dos jargões populares, para consolo dos mercadores e dos fãs, recorro a um adágio colhido das palavras de Dona Helena: “agora é nóis dois e um saco de arroiz”.
http://identidade85.blogspot.com/2011/04/vida-da-violeira.html


Helena Meirelles (1924-2005) era o que se pode chamar de feminista de verdade. Embora, provavelmente, ela nunca tenha usado a palavra nem tivesse até noção de seu significado, do qual seu exemplo de vida era a mais completa tradução.

Nascida numa família simples, no interior do Mato Grosso, Helena começou a desafiar a autoridade masculina já na infância, aos 9 anos, quando teimava em tocar viola mesmo que a façanha fosse punida com surras e broncas severas. Naquele tempo, viola era coisa de homem. E foi assim, autodidata e rebelde, que ela enfrentou a vida. Casou-se três vezes, separou-se por conta de não aturar maridos mandões ou violentos. Teve 11 filhos, mas só criou dois deles. E não encarou um palco para sua arte precisa na viola até completar 67 anos. Até ali, seu talento foi testemunhado apenas nos espaços pouco convencionais das comitivas de boiadeiros e dos prostíbulos, em noitadas regadas a muita cachaça e não raro movimentadas por alguns tiros. Alguns deles dados também pela miúda mas valente dona Helena, como ela mesma contava em seus impagáveis shows, onde ela dedilhava sua arte ligeira e narrava seus “causos”. Incrível que uma artista tão dotada fosse analfabeta.

Foi por causa de um sobrinho que o Brasil e o mundo descobriram dona Helena. Produtor de seu primeiro disco, em 1994, ele enviou uma fita cassete com as interpretações da tia para a prestigiada revista americana Guitar Player. Os gringos renderam-se ao talento da veterana violeira e a incluíram na lista dos 100 melhores guitarristas do mundo, ao lado de feras como Eric Clapton e Keith Richards.

Este reconhecimento internacional elevou a carreira de dona Helena a um outro patamar. Na idade em que a maioria das pessoas se aposenta, ela enfileirava um show atrás do outro sempre que sua saúde permitia. Gravou quatro discos: "Helena Meirelles" (1994), "Flor de Guavira" (1996), "Raiz Pantaneira" (1997) e "De Volta ao Pantanal" (2003). Este documentário reconstitui de maneira sóbria e eficiente a trajetória ímpar desta mulher, num trabalho em que a melhor parte está mesmo nas impagáveis participações da artista.

Neusa Barbosa

Mentes Que Brilham

Milton Santos



O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir.

Centros urbanos modernos não destroem a experiência humana. O que a destrói é a civilização que adotamos.

Ser negro no Brasil é, com freqüência, ser objeto de um olhar enviesado. A chamada boa sociedade parece considerar que há um lugar predeterminado, lá em baixo, para os negros.

Comunicação é troca de emoção.

O baiano Milton Santos nasceu na região da Chapada Diamantina. A família era de classe média, e tanto o pai como a mãe eram professores primários.

Aos dez anos, prestou exame para o Instituto Baiano de Ensino (Salvador) e passou em primeiro lugar. Depois, durante o curso secundário, criou e dirigiu dois jornais de escola, "O Farol" e "O Luzeiro".

Ingressou na faculdade de direito e atuou na política estudantil, chegando a ser eleito vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em 1948, formou-se pela Universidade Federal da Bahia.

Foi professor em Salvador e depois em Ilhéus. Nessa última cidade, foi correspondente do jornal "A Tarde". Também publicou seu primeiro livro, "A Zona do Cacau", tratando daquela monocultura na região. Ainda em Ilhéus, conheceu Jandira Rocha, com quem se casou e teria um filho, Milton Filho.

Retornou para Salvador, tornou-se professor na Faculdade Católica de Filosofia e editorialista do "A Tarde" e publicou mais de uma centena de artigos de geografia.

Em 1956, foi convidado pelo professor Jean Tricart a realizar seu doutorado em Estrasburgo (França). Tendo viajado pela Europa e pela África, publicou em 1960 o estudo "Mariana em Preto e Branco". Após o doutorado (com a tese "O Centro da Cidade de Salvador"), regressou para o Brasil.

Novamente professor da Católica de Filosofia, criou uma ambiente intelectual dinâmico, que atraiu dezenas de estudiosos estrangeiros para darem conferências e cursos.

No final dos anos 1950, Milton participou de um concurso (que acabou não se realizando) para livre-docente na Universidade Federal da Bahia. Após ter recorrido à Justiça, conseguiu prestar o exame, defendendo brilhantemente a tese "Os Estudos Regionais e o Futuro da Geografia".

Na época, Milton Santos foi um dos fundadores do Laboratório de Geomorfologia e Estudos Regionais da Universidade da Bahia, que demonstraria grande vitalidade na promoção dos estudos da área.

Com o golpe militar de 1964, Milton Santos foi preso e depois exilado. Convidado a lecionar na Universidade de Toulouse (França), ficou ali três anos. Seguiu então para Bordeaux (também na França), onde conheceu Marie-Hélène, a geógrafa que se tornaria sua companheira e com quem teria o filho Rafael.

A década de 1970 foi um período intelectualmente bastante fértil para Milton Santos, que estudou e trabalhou em universidades no Peru, na Venezuela e nos EUA. Nesse último país, entre 1975 e 1976, foi pesquisador no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Em 1977, retornou para o Brasil, trazendo já completa a obra "Por uma Geografia Nova". Começou então um período difícil. Atuou como consultor e professor assistente e realizou trabalhos esporádicos até que, em 1984, conseguiu o posto de professor titular na Universidade de São Paulo (USP).

Em 1994, recebeu o Prêmio Vautrim Lud, considerado "o Nobel da geografia". Continuou trabalhando ativamente até o fim da vida e foi agraciado com inúmeras honrarias, títulos e medalhas. Milton Santos morreu aos 75 anos, legando obras e atividades que foram um marco nos estudos geográficos no Brasil.
http://caminhosdageographia.blogspot.com/2010/04/milton-santos.html

24 de maio de 2011

Mahatma Gandhi


Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo. Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas. E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas às outras.

Mahatma Gandhi

7 de março de 2011

O cérebro humano



Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal o Estado de São Paulo )


O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio... você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar
conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.

Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?

Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).

Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa...
São apagados de sua noção de passagem do tempo...

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir -as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...

ROTINA

Não me entenda mal.

A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar
quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes...

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... ... em outras palavras.... .. V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.

E S CR EVA em
tAmaNhos diFeRenTes e em CorES
di f E rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE.... ..

Escrito por Valderi Queiroz

Frases de Cicero



Frases de Cicero

"Não há nada que não se consiga com a força de vontade, a bondade e, principalmente, com o amor."

"O pensamento é livre."

"A vida feliz consiste na tranqüilidade da mente."

"Somente os idiotas se lamentam em envelhecer".

"ó tempos, ó costumes!"

"A amizade torna a prosperidade mais brilhante e ilumina a adversidade, por dividi-la e compartilhá-la."

"O melhor tempero da comida é a fome."

"Sócrates foi o primeiro a evocar a filosofia do céu à terra, deu-lhe a cidadania nas cidades, introduziu-a, também, nas casas e obrigou-a a ocupar-se da vida e dos costumes, das coisas boas e das coisas ruins."

"O silêncio deles é uma eloqüente afirmação."

"Nada é difícil para quem ama."

"Aquilo que é verdadeiro, simples e sincero é bastante compatível com a natureza do homem."

"Não nascemos apenas para nós mesmos."

"Homem algum jamais foi grande sem um toque de inspiração divina."

"Ninguém será generoso se não for, ao mesmo tempo, justo."

"Ninguém é tão velho que não pense em poder viver mais um ano."

"Uma adolescência libidinosa e desregrada entrega à velhice um corpo cansado."

"Viver feliz não é mais do que viver com honestidade e retidão."

"O homem nunca deve humilhar-se a ponto de se esquecer de que é homem."

"Se ao lado da biblioteca houver um jardim, nada faltará."

"Não há nada que não se consiga com a força de vontade, a bondade e, principalmente, com o amor."

"Errar é próprio do homem, mas perseverar no erro é coisa de tolos."

"A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos."

"Na adversidade a maior consolação é a consciência das boas ações."

"Nunca estou mais acompanhado do que quando estou sozinho."

"A alma das crianças é um espelho em que se retrata a natureza."

"Todo homem é atingido pelos próprios crimes."

Fonte: Wikiquote

Provérbios



E ASSIM ...

Provérbios

Provérbios chineses:

1. "A quem sabe esperar o tempo abre as portas."

2. "Antes de começar o trabalho de modificar o mundo, dê três voltas dentro de sua casa."

3. "Bondade em balde é devolvida em barril."

4. "Quem quer colher rosas deve suportar os espinhos."

5. "Temos UMA boca e DOIS ouvidos mas jamais nos comportamos proporcionalmente."

6. "Jamais se desespere em meio às mais sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda."

7. "Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."

8. "Não há que ser forte. Há que ser flexível."

9. "Nada assenta melhor ao corpo que o crescimento do espírito."

10. "Quem a si próprio elogia, não merece crédito."

11. "Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje."

12. "A gente todos os dias arruma os cabelos: por que não o coração?"

13. "Aquele que pergunta, pode ser um tolo por cinco minutos. Aquele que deixa de perguntar, será um tolo para o resto da vida."

14. "Se parares cada vez que ouvires o latir de um cão, nunca chegarás ao fim do caminho."

15. "Um pequeno vazamento eventualmente afunda um grande navio."

Escrito por Valderi Queiroz

Imagine, um louco tentando convencer vários loucos a crerem em sua loucura.



"É uma infelicidade da época, que os doidos guiem os cegos". William Shakespeare
"Sinto a fúria de suas palavras, mas não entendo nada do que você diz." William Shakespeare
"Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião."
William Shakespeare
"Não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito." William Shakespeare
"Cada um pensa em mudar a humanidade, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo." William Shakespeare

10 de fevereiro de 2011

O barbeiro.



O barbeiro.

Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o
corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço
*comunitário essa semana*.

O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a
barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de
agradecimento do florista.

Mais tarde, no mesmo dia, veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o
corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço
*comunitário essa semana*.

O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a
barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de
agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um *deputado *para um corte de cabelo.
Ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço
comunitário essa semana.

O *deputado* ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o
barbeiro veio abrir sua barbearia, *havia uma dúzia de deputados*
*fazendo fila para cortar cabelo*.

Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do
nosso país e os políticos que o administram.



"POLÍTICOS E FRALDAS DEVEM SER TROCADOS COM FREQÜÊNCIA PELO MESMO MOTIVO!"

Eça de Queiroz

24 de janeiro de 2011

Solidariedade



Solidariedade

Deus convidou um Rabino para conhecer o céu e o inferno.
Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa.
Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.
Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas.
O sofrimento era imenso.
Em seguida, Deus levou o Rabino para conhecer o céu.
Entraram em uma sala idêntica à primeira, havia o mesmo caldeirão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido.
A diferença é que todos estavam saciados.
- Eu não compreendo, disse o Rabino, por que aquelas pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual?
Deus sorriu e respondeu:
- Você não percebeu?
É porque aqui eles aprenderam a dar comida uns aos outros...

30 de dezembro de 2010

Deixo-vos uma árvore vazia para que a possam revestir de sonhos.



"Nada acontece se não tiver um sonho."

" Eu sou um idealista. Eu não sei onde estou.. indo, mas estou no meu caminho."

" A vida é como uma cebola, retire-a uma camada.. de cada vez, e às vezes você chora."

" Há sonhos mais forte que a morte. Homens.. e mulheres morrem a realização desses sonhos."

Carl Sandburg